ABRACRIM-AM consegue o retorno das Audiências de Custódias Presenciais em 30 dias

4 de maio de 2022

Ao Centro dr. Vilson Benayon e ao lado Juiz de Direito Jorsenildo Dourado do Nascimento, juiz auxiliar da Presidência do TJAM


(Manaus-AM)- O Amazonas possui atualmente quase quatro mil advogados criminalistas e com a pandemia da covid-19 a atuação dos advogados tornou-se bem mais complicada, mas em breve esta realidade vai mudar, com a participação do Juiz, Ministério Público e defesa de forma presencial nas audiências de custódia em todo o Estado.


Nesta terça-feira (03/05) o advogado Vilson Benayon, presidente da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas no Amazonas (Abracrim) informou que o presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), desembargador Domingos Jorge Chalub (advogado criminalista oriundo do quinto constitucional da OAB) analisou o pleito da Abracrim e deu uma resposta positiva para os advogados da área criminal. “O presidente do TJAM teve a sensibilidade de expor aos conselheiros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nosso pleito e por unanimidade ele foi aprovado, então, as audiências de custódia presenciais irão retornar.”, explicou Vilson Benayon.


O presidente da Abracrim agradeceu o empenho do Juiz de Direito Jorsenildo Dourado do Nascimento, juiz auxiliar da Presidência do TJAM, que informou a Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas Secção Amazonas, que no máximo até esta quarta-feira (04/05) deva ser assinado o Ato de Retorno das Audiências de Custódia na Modalidade presencial no máximo, em 30 dias.


“Agradecemos ao CNJ que visa melhorar a administração da justiça não só no Amazonas como em todo o Brasil, a Abracrim está aqui para apoiar o desenvolvimento e a valorização da advocacia criminal.”, finalizou Vilson Benayon.


Audiência de Custódia


Também chamada de Audiência de Apresentação, trata-se de um ato do Direito Processual Penal que obriga o preso em flagrante a ser apresentado, em até 24 horas, à autoridade judicial. O autuado, isto é, a pessoa submetida à prisão, é levado ao juiz para que este assegure seus direitos fundamentais, avaliando a legalidade e até mesmo a necessidade de manutenção da prisão.



Intimações Assessoria

Foto: Divulgação