AJEB - 52 anos de historia

8 de abril de 2022

Em 08 de abril de 1970, portanto há exatos 52 anos, nascia a Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, com o objetivo de ampliar a participação feminina nos espaços literários e editoriais, em nosso país.


Nesse contexto, estabeleceu-se três metas:


1) estimular a união das Jornalistas e Escritoras, fomentando a harmonia nacional e internacional;


2) promover o intercâmbio de conhecimentos, ideias, experiências, amizades e respeito entre suas associadas - e com associações congêneres;

3) incentivar o aperfeiçoamento profissional de suas associadas, através de Oficinas literárias.


Os tempos eram outros, mas o amor das nossas antecessoras pela magia da escrita permanece, agora habitando em nossos corações.


Hoje fazemos parte de um legado de Mulheres que valorizavam a intelectualidade feminina por meio do estímulo a produção textual. Mulheres que colocaram seus pensamentos à disposição de gerações vindouras. Que imortalizaram, por meio das letras, o valor de ser Mulher em cada momento da história.


Quando dissemos sim à AJEB, também afirmamos nossa disposição de transformar vidas a partir da nossa missão de escrever… escrever em prosa ou verso; sobre cotidiano ou poesia; com razão ou sentimento… Para ser e existir. Para eternizar-se em outras!


Comemoremos essa data tão importante para a Mulher, para a Literatura, para o Jornalismo e para a Cultura do Brasil.


E a despeito desse olhar poético sobre sermos ajebianas, termino com uma reflexão da fundadora da AJEB nacional, jornalista Hellê Vellozo Fernandes, que nos remete à lógica e à sobriedade do que é ser, na prática, uma Associação:


“Uma associação existe em função de dois fatores essenciais: diretoria competente e associadas ativas. Este binômio é indispensável e seu trabalho aparece como resultado de um dinamismo dirigido para concretizar-se numa obra valiosa, para a qual contribui cada sócia. Esta conclusão é para ser lida e meditada. Se a entidade foge a ela, morre sob a pretenção ou a vaidade de uma diretoria ineficiente ou, então, sob o comodismo de associadas que iriam, no máximo, colecionar títulos sem realizarem obras”.


Vida longa à AJEB. E à nós, ajebianas, desejo muita disposição para sempre dignificarmos essa história, que transforma histórias… Um brinde!


Somos a AJEB no Amazonas.