Governo do Amazonas e Consea buscam entendimento nas políticas públicas de combate à fome

3 de setembro de 2021

O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas), e o Conselho de Segurança Alimentar do Amazonas (Consea-AM), buscam entendimento para alinhar a elaboração e execução de políticas públicas emergenciais de combate à fome na capital e interior do estado.


Na quarta-feira (1º/09), a secretária da Seas, Alessandra Campêlo, reuniu-se com a nova diretoria do Consea-AM. Participaram do encontro o novo presidente da entidade, Clodoaldo Pontes, que tomará posse no próximo dia 27, além outros quatro integrantes do conselho: Carlos Henrique Conceição (secretário-geral), Dra. Cinthya Martins (pesquisadora técnica), Maria Rosa Gomes (assessora) e Adele Costa (nutricionista).


Alessandra considera que o diálogo com a sociedade civil, representada pelo Consea-AM, é fundamental para a gestão ter êxito na execução das políticas públicas. Por determinação do governador Wilson Lima, a Seas é um dos órgãos mobilizados nos esforços de combate à fome, atuando na distribuição de cestas básicas e nos programas estaduais de auxílio da pandemia e enchente.


“Sei a importância da participação da sociedade civil, desse controle externo que, na verdade, é uma cogestão a partir do momento em que os conselhos podem emitir opinião e ajudar na gestão”, afirmou a secretária de Assistência Social.


Desafios - O novo presidente do Consea-AM, Clodoaldo Pontes, comentou sobre os desafios à frente do colegiado. O principal deles é envolver a sociedade no debate sobre a segurança alimentar e nutricional, notadamente num momento em que o país volta ao mapa da fome.


“O desafio é, sobretudo, criar políticas públicas emergenciais de combate à fome, que hoje voltou no país. Além de dialogar com o governo e a sociedade, o Consea pode atuar tecnicamente e colaborar com a formulação das políticas públicas e fazer com que eles cheguem à população, sejam pessoas vulneráveis, da zona urbana, da floresta ou das águas”, disse Clodoaldo.


Fonte: amazonas.am.gov.br